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Histórias na tela, sentimentos na vida: a paixão que o cinema desperta

Entrelinhas, Mariá Marins

16 de outubro de 2026

Histórias na tela, sentimentos na vida: a paixão que o cinema desperta

Aqui, quem voz fala é uma apaixonada por cinema…. talvez mais que isso, pela vida, por conversas, por ouvir o outro, e, enxergá-lo .

É isso que o cinema me ensinou, assistindo aos filmes, e principalmente tendo ao meu lado na infância, meu pai. Semanalmente me levava ao cinema, e, na adolescência sem mais a presença dele, o fiz presente nas minhas idas aos filmes no cinema….

O desejo de ir ao cinema, faz um reboliço no dia de uma pessoa, ao que dirá no dia de uma mãe, família, e amigos, quando decidem ir de fato! Mas o que não se leva em conta, são as memorias, lembranças amorosas, diálogos divertidos, sensações e muitas emoções. Literalmente ao assistir ao um filme, nos despimos da armadura, e nos entregamos ao enredo, ao lúdico, para a magia acontecer, e acontece! É na doçura da magia, do inesperado que realmente entendemos, aprendemos com as nossas emoções. …. sinto que romantizei um pouco, mas avisei da paixão por cinema.

Uma cadeia alimentar;

 o audiovisual é o conjunto de etapas; desenvolvimento, produção, pós-produção, distribuição, exibição e consumo. São muitos profissionais, empresas e atividades envolvidos na criação de um produto, desde a ideia inicial até a chegada ao público. ( e no decorrer, próximas vezes, falaremos mais sobre esse assunto)

Por isso, o cinema se destaca como a janela mais importante para uma sociedade.

O cinema vai muito além do entretenimento: ele educa, informa, emociona e contribui para a formação de pessoas mais conscientes e críticas. É uma maneira de compreender o mundo e valorizar a diversidade humana.

Então, usufrua sem moderação! Combinado?

Por: Mariá Marins 

Mariá Marins atua há mais de 24 anos no setor de exibição cinematográfica, com salas de cinema no interior de São Paulo e em Carazinho, no Rio Grande do Sul. Participou de câmaras técnicas da Agência Nacional do Cinema (Ancine) durante o processo de digitalização e foi a primeira exibidora do Brasil a receber projetores digitais por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Além do cinema, dedica-se à pintura em porcelana e já mergulhou a 16 metros de profundidade. Ama estar com a família, prepara-se para ser avó e gosta de viajar com as amigas. Apaixonada por animais, tem um carinho especial pelos seus gatos, Pipoca e Mário Sérgio.