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Consulta Popular: assembleia do Corede Alto Jacuí define demandas para votação

por Daiane Giesen
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No recente evento da Assembleia do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) Alto Jacuí, o Secretário de Assistência Social e Habitação, José Aloísio de Souza, e o Diretor de Habitação, Michael Tariga, representaram a Administração Municipal. Nesse encontro, os representantes dos 14 municípios discutiram e decidiram sobre as áreas e projetos a serem incluídos na cédula de votação da Consulta Popular 2023.

É relevante notar que, neste ano, a consulta será realizada online, buscando aumentar a participação da comunidade. O período de votação está programado para acontecer entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro.

O presidente do Corede, Roberto Visoto, em entrevista ao Grupo Ceres de Comunicação, compartilhou suas considerações sobre a consulta popular, destacando a importância da participação ativa da população na definição das prioridades regionais. Ele ressaltou que a mobilização é crucial para garantir que a consulta mantenha seu caráter participativo, permitindo que as pessoas votem e influenciem o orçamento do Estado.

No evento em Cruz Alta, foi definido que as três áreas prioritárias para a região do Alto Jacuí são Inovação Ciência e Tecnologia, Assistência Social com a Casa de Acolhimento Regional e Agricultura.

Seis propostas de três áreas diferentes irão compor a cédula de votação da Consulta Popular 2023 que acontecerá entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro. A assembleia reuniu representantes dos municípios de Não-Me-Toque, Tapera, XV de Novembro, Boa Vista do Cadeado, Boa Vista do Incra, Fortaleza dos Valos, Ibirubá e Santa Bárbara do Sul.

De acordo com o presidente, a votação ocorrerá durante uma semana, e a mobilização é fundamental. Quanto mais pessoas participarem, maior será a chance de garantir recursos para a região. Destacou-se que as nove regiões mais votadas receberão um acréscimo em seus orçamentos, sendo a primeira colocada a mais beneficiada, e as outras oito ganharão cada uma 500 mil reais.

É crucial que cada município alcance pelo menos 2% do número total de votantes para ter acesso aos recursos. A participação ativa da população é vista como um elemento vital para mostrar aos governantes, tanto deputados quanto o executivo estadual, o interesse em angariar recursos públicos para o benefício da região.

Ouça a entrevista:

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