Finanças: saiba as receitas e despesas de janeiro a agosto em Não-Me-Toque
06 de outubro de 2026
A administração municipal do município de Não-Me-Toque está trabalhando para a realidade de queda da receita para o próximo ano. A diminuição da economia local, já apresenta impactos em 2026.
O secretário de Finanças, Fernando Alberton, em audiência pública, no dia 30 de setembro, apresentou o balanço financeiro de janeiro a agosto deste ano, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.
O resultado primário aponta R$ 245.032,49, enquanto os pagamentos de juros e amortização da dívida somaram R$ 2.988.902,18 no período.
Queda na receita
A receita até agosto foi de R$ 134.903.736,16, diante de uma previsão atualizada de R$ 198.616.525,28, correspondendo a aproximadamente 67,93% da receita prevista para o exercício.
Destaca-se nas transferências do Estado, a participação do Município no ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços). Os valores transferidos no período foram de R$ 34.907.173,36, ou seja 56,69% da expectativa para 2026, que é de R$ 61.577.200,00, uma retração de -7,86% em relação ao mesmo período de 2025.
Despesas liquidas
As despesas somaram R$ 121.733.200,22, correspondendo a 56,43% da programação financeira atualizada, que totaliza R$ 215.723.484,30. Entre as despesas realizadas.
A maior é de R$ 65.425.808,12 em pessoal e encargos sociais. Outras despesas correntes: R$ 43.110.574,40 em e R$ 10.207.915,52 em investimentos.
Educação
Na área da educação, o município aplicou 32,81% da receita resultante de impostos e transferências constitucionais em manutenção e Desenvolvimento do Ensino, percentual superior ao mínimo constitucional de 25%.
Já os recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) destinados à remuneração dos profissionais do magistério alcançaram 78,86%, também acima do percentual mínimo legal.
Saúde
Os investimentos atingiram 23,27% da receita resultante de impostos e transferências, superando o mínimo constitucional obrigatório de 15%.
Ouça a entrevista na integra com o secretário de Finanças, Fernando Alberton: