Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026

Quinta-feira
08 Janeiro 2026

Tempo agora

Parcialmente nublado 28
Parcialmente nublado 28°C | 18°C
Chuva
Sex 09/01 30°C | 17°C
Chuva
Sáb 10/01 24°C | 18°C

Autorizado o chamamento de 1 mil novos servidores para a Polícia Penal gaúcha

Polícia

07 de janeiro de 2026

Autorizado o chamamento de 1 mil novos servidores para a Polícia Penal gaúcha
O governador também anunciou que já está prevista a realização de um novo concurso para a Polícia Penal gaúcha
Foto: Gabriel Centeno/Ascom SSPS

O governador do RS, Eduardo Leite, anunciou na terça-feira (6) a autorização para o chamamento de cerca de 1 mil novos servidores para a Polícia Penal gaúcha, o maior número da história da instituição. A decisão foi confirmada em reunião com o secretário estadual de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, no Palácio Piratini.

A nomeação deve ocorrer em breve, com a publicação no Diário Oficial do Estado. “O fortalecimento da estrutura da Polícia Penal é fundamental para a segurança pública no Rio Grande do Sul. As ações de enfrentamento ao crime nas ruas resultam, naturalmente, no ingresso de pessoas no sistema prisional, o que exige um Estado preparado para custodiar e ressocializar com responsabilidade. Ampliamos vagas, qualificamos a estrutura dos presídios e investimos em novos armamentos, equipamentos e tecnologia. No entanto, o capital humano é decisivo nesse processo de combate ao crime, inclusive, a partir dos presídios. Com essas medidas, superamos uma realidade em que policiais militares precisavam atuar dentro das unidades prisionais. Até o final do nosso governo, cerca de 1 mil policiais militares que estavam atuando nos presídios retornarão às ruas, reforçando o policiamento ostensivo e a segurança da população”, enfatizou Leite.

O governador também anunciou que já está prevista a realização de um novo concurso para a Polícia Penal gaúcha.

Os servidores da Polícia Penal realizam atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de detentos nos estabelecimentos prisionais. A instituição atua para a manutenção da ordem e da disciplina nas unidades, o combate ao crime organizado no âmbito do sistema prisional e a fiscalização de pessoas monitoradas ou em cumprimento de prisão domiciliar.

Fonte: Redação O Sul