Em uma volta ao passado, o Não-Me-Toquense Fernando Nosé reviveu a história do automobilismo brasileiro ao conduzir um dos carros mais icônicos do país no Autódromo de Cascavel. Durante o evento, realizado na última sexta-feira, Nosé teve a oportunidade de pilotar o Maverick, o mesmo que acelerou pela primeira vez nesse mesmo circuito em 1974.
Em entrevista ao Grupo Ceres de Comunicação, Fernando descreveu a experiência como algo “fora do comum”. Desde criança, ele nutria uma paixão por carros e, finalmente, teve a chance de pilotar um modelo com tanto valor histórico. O Maverick, hoje parte do acervo do Museu do Automobilismo Brasileiro, pertence a Pedro Trevisan, que assumiu o compromisso de preservar essa relíquia.
Este Maverick é uma joia do automobilismo: apesar de fabricado no Brasil, ele conta com uma preparação feita pela lendária Bertha, uma empresa argentina conhecida pela inovação no automobilismo. Com pneus originais de Fórmula 1 dos anos 1970 e um motor V-8 que entrega impressionantes 500 HP, o carro atrai olhares e admiração por onde passa.
Além do Maverick, outro destaque do evento foi o Avallone, outro ícone da década de 1970, que retornou ao autódromo junto com seu “irmão”, um segundo protótipo também pertencente a Trevisan. O Avallone marcou presença pela primeira vez em Cascavel em 1973, pilotado por Pedro Victor Delamare, e agora, 51 anos depois, esses dois veículos históricos dividiram a pista novamente, encantando o público e revivendo uma era de ouro do automobilismo.
Confira a entrevista: